Este é mais um espaço para trocar experiências que ocorrem no espaço escolar e com isso refletir e planejar ações que favoreçam a aprendizagem. Além, de promover um espaço de pesquisa para os alunos que poderão verificar as ações que eles participaram na escola.
O Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, ocorre sempre no último final de semana do mês de junho. Este ano aconteceu o 46º Festival nos dias 24, 25 e 26. A festa é considerada o maior festival folclórico da América Latina e atrai milhares de turistas, não só de vários lugares do Brasil, como de vários países. Todos curiosos em ver o duelo cênico e artístico entre os bumbás Garantido e Caprichoso.
Garantido trouxe o tema MISCIGENAÇÃO. A Miscigenação a serviço da convivência pacífica, a mistura das raças a serviço do aperfeiçoamento das interrelações humanas na Amazônia. Objetivando contribuir com informações sobre a formação social e cultural dos povos da Amazônia. Já o Caprichoso veio com o temaA MAGIA QUE ENCANTA.
As três noites de apresentações são/foram julgadas em vários itens por especialistas do folclore brasileiro. Os itens são: 1º) Apresentador: tem como função narrar e animar a festa.
2º) Levantador de Toada: tem como função conduzir o desenvolvimento do tema através da sua voz, cantando as toadas.
3º) Batucada: este item dá sustentação rítmica, tradição, é a base para o espetáculo. Agrupamento de percussão que fornece um referencial rítmico indispensável às toadas
4ª) Ritual Indígena: dramatização que celebra a força do Pajé, sua luta do bem contra o mal, para que se reine o equilíbrio e a harmonia na aldeia.
5ª) Porta Estandarte: índia guerreira da tribo conduz o Estandarte do boi. A resistência cultural se faz presente na sua indumentária, no seu biótipo indígena e na força histórica das mulheres guerreiras Amazonas que resistiram à presença dos brancos nos inicio da colonização.
6º) Amo do Boi: Simboliza o dono de fazenda, é o pai da sinhazinha. Faz versos para exaltar o Boi e os valores culturais que compõem os espetáculos e versos que desafiam o boi contrário.
7º) Sinhazinha da Fazenda: é a filha do dono da fazenda, deve ter beleza, graça, desenvoltura, simpatia e carisma. Sua indumentária e movimentos são avaliados assim como a sua saudação ao boi e ao público.
8º) Rainha do Folclore: representa a manifestação popular, simboliza a índia que carrega em si a alegria e a força do povo da floresta.
9º) Cunhã Poranga: moça bonita, sacerdotisa, guerreira e guardiã, expressa a força através da beleza.
10º) Boi Bumbá Evolução: é a representação lúdica do boi animal verdadeiro. É o símbolo da manifestação popular, motivo e razão de ser do festival. De “tripa do boi” é chamada a pessoa que faz a evolução, que faz a perfeita manipulação, como se o corpo lúdico do boi e o corpo do homem fossem um só.
11º) Toada , Letra e Música: trilha sonora que dá suporte litero-musical aos espetáculos do boi.
12º) Pajé: líder espiritual da tribo. Feiticeiro e curandeiro, é ele que conduz os rituais indígenas, cerimônias em que índios transmitem ensinamentos de iniciação aos mais novos, buscam orientações espirituais para os problemas da tribo ou simplesmente reproduzem eventos ancestrais.
13º) Tribos Indígenas: contingente humano representando etnias na teatralização e coreografias dos espetáculos do boi.
14º) Tuxauas: são os chefes das tribos nas representações indígenas, são representados por grandes cocares alegóricos. Cada Tuxaua representa simbolicamente, uma etnia indígena.
15º) Figura Típica Regional: retrata os biótipos da região, isto é, os vários tipos humanos da Amazônia como o caboclo dos beiradões e dos rios, o juteiro da várzea, o seringueiro dos centros da floresta, o pescador, as camaroeiras, o castanheiro, o piaçaveiro tirador da fibra da piaça.
16º) Alegoria: são estruturas artísticas primorosas, cenários gigantescos que podem atingir até 20 metros de altura, com movimentos que funcionam como suporte para as apresentações.
17º) Lenda Amazônica: ficção que retrata a cultura e o folclore de um povo.
18º) Vaqueirada: são os vaqueiros que representam os guardiões do Boi.
19º) Galera: é formada pelas pessoas que vão para arquibancada assistir o espetáculo. Elas cantam e dançam sem parar durante todo o espetáculo do seu Boi. O mais interessante que a galera de um boi não pode se manifestar em nenhum momento da apresentação do boi contrário, ficando em silêncio em respeito ao adversário.
20º) Coreografia: o festival é essencialmente coreográfico e a dança está presente fazendo parte da organização de todo o espetáculo.
21º) Organização do Conjunto Folclórico: todos os elementos devem estar disposto de forma coerente e adequados de forma que utiliza adequadamente todo o espaço cênico.
Embora não sejam itens de julgamento, três figuras engraçadas devem ser lembradas, até porque são obrigatórias na Arena: Pai Francisco, Mãe Catirina e Gazumbá.
VITÓRIA VERMELHA
As 3 noites foram grandiosa. Os dois bois apresentaram um lindo espetáculo. Porém, Garantido vence o 46º Festival Folclórico de Parintins. Este título representou o seu vigésimo oitavo troféu.
A vitória do Garantido foi arrebatada nos itens apresentador, toada (letra e música), coreografia e vaqueirada.
A toada Miscigenação foi determinante. Linda, emocionou a todos na voz do Apresentador Sebastião Júnior que estava maravilhoso nos dias das apresentações. Ele não levantou a galera vermelha apenas pela sua voz, mas pela apresentação onde interpretou, através da dança, o animal de uma famosa lenda amazônica: o Boto.
VALEUUUUUUUUUU! GALERA DO VERMELHO!!!! REALMENTE É O BOI DO POVÃO!!!!
... Meu boizinho é todo branco só na testa tem vermelho
É perigoso por que rouba coração
Por isso é o boi do povão
Sou Garantido sou vermelho ê
De Parintins pra todo mundo ver
Vem me ver, vem me ver
Parintins Para o Mundo Ver
Composição: Jorge Aragão/ Ana Paula Perrone
FESTA DOS VISITANTES
No dia 23 de junho, a Festa dos Visitantes no Planeta Boi foi marcada pelo show do escocês Colin Hay. O cantor veio ao Brasil apresentar o seu mais recente trabalho solo, o CD “Gathering Mercury”, embora tenha cantado várias músicas da banda Men at Work.
Como visitante pela primeira vez na Ilha, a minha expectativa era grande para a festa. Muita animação a espera de ritmos brasileiros, para surpresa do grupo. Cadê? Música estrangeira em plena festa folclórica não deu para entender???? Com todo respeito ao cantor Colin Hay.
Parintins foi descoberta em 1749, quando o português José Gonçalves da Fonseca, ao descer o rio Amazonas, localizou a ilha à direita do rio. A sua fundação ocorreu mais de 4 décadas depois, só em 1796, quando José Pedro Cordovil se estabeleceu na ilha para se dedicar à agricultura e a pesca, chamando-a de Tupinambarana, em homenagem aos índios que habitavam o local. Porém, só em 30 de outubro de 1880, a ilha Tupinambarana passou a denominar-se Parintins.
O município de Parintins possui uma área de 7.069 Km², com o clima tropical, chuvoso e úmido, localizando-se a 50 metros acima do nível do mar. A ilha faz parte do maior sistema fluvial do mundo, a Bacia Amazônica.
Vista para o Rio Amazonas
O rio Amazonas, banha a sede do município, é o maior em volume de água do mundo com um deflúvio médio anual estimado em 250.000m³/s. No trecho compreendido entre a foz do rio Nhamundá e a cidade de Parintins, sua largura é de aproximadamente 50Km. O rio Amazonas representa a via de escoamento e abastecimento, a grande estrada hídrica que liga Parintins à capital do Estado, Manaus e ao oceano Atlântico.
Parintins fica distante de Manaus em linha reta, 325 Km e por via fluvial, 420Km.
Porto
O índice demográfico registra a proporção de densidade Km²/Hab. 15,44 habitantes por Km², um dos mais significativos do Estado.
A ilha possui uma vegetação típica da região Amazônia, isto é, formada por florestas de várzea e terra firme, tendo ao seu redor um relevo composto por lagos, ilhotas e uma pequena serra.
Sua pecuária é dos recursos econômicos mais significativos da região e detém um dos maiores rebanhos bovinos do Estado do Amazonas.
O município notabilizou-se pelo folclore do boi-bumbá, sendo hoje referência nacional e internacional, ocasião em que milhares de pessoas visitam Parintins no mês de junho para assistir a essa grande festa popular que expressa a criatividade do povo parintinense.
Parintins foi considerado recentemente como a primeira cidade digital a ter a maior área de cobertura digital do Brasil.Parintins tem cobertura 100% wirelles. Embora esteja no meio da floresta, ela oferece o benefício a mais de 100 mil pessoas.
Povo desta terra
Parintins é um misto de crenças, manifestações artísticas, folclore, tradições e religiosidade. Seus habitantes herdaram a cultura e os costumes influenciados pelos povos que habitaram a região. O curumim parintinense é o exemplo do tipo humano que velejam nos rios conduzindo o meio de transporte tradicional, a canoa. O sotaque e a linguagem do povo são típicos do caboclo. A cultura do parintinense é revelada pela simplicidade, pelas palafitas e pelos beiradões.
TURISMO PARINTINENSE
Parintins está entre os 65 municípios indutores do turismo do país e tem o status de porta de entrada do Amazonas. A ilha tornou-se um dos destinos turísticos mais visitados do Amazonas. A dimensão alcançada pelo Festival Folclórico de Parintins colocou os bumbás Garantido e Caprichoso como principal produto para desenvolver o turismo da região. O turismo ligado ao boi-bumbá é importante fonte de renda para a ilha.
Conhecer o artesanato regional faz parte do passeio na ilha. O trajeto feito em triciclo, transporte típico da cidade é muito divertido e uma ótima opção para os turistas que trocam a segurança dos táxis pela diversão em passeios nas bicicletas adaptada para transporte de carga e passageiros.
No roteiro turístico se destacam as praças dos Bois, Liberdade, Jacaré, Eduardo Ribeiro, Digital Cristo redentor. Os currais dos bois Garantido e Caprichoso são os locais dos ensaios, shows e atividades culturais. O turista pode conhecer as igrejas , o portal da cidade e o bumbódromo.
O BUMBÓDROMO
O bumbódromo é o palco de um espetáculo fascinante, é o local mais visitado da ilha, é a arena de apresentação dos bois. Dividido em duas partes: de um lado, vermelho do Garantido, e de outro , azul do Caprichoso.
Foi inaugurado em 1988 e tem o formato estilizado de um boi, com capacidade para 35 mil pessoas nas arquibancadas, cadeiras numeradas e camarotes. Fica localizado na avenida Nações Unidas. Poucas emoções se comparam à entrada de um boi na arena. O público vai ao delírio.
CATEDRAL NOSSA SENHORA DO CARMO
Além da festa folclórica que ocorre no final do mês de Junho, outra festa tradicional leva muitos turistas a ilha: a festa em homenagem à Padroeira da cidade, Nossa Senhora do Carmo. Parintins muda de cor, as cores vermelho e azul são substituídas pelas cores amarelo e branco para realizar a festa.
Pintura feita em uma parede na cidade.
No Brasil, a devoção à Nossa Senhora do Carmo vai de Norte a Sul do país. Em todas as cidades há sempre uma igreja ou capela dedicada a essa santa. Em Parintins, o amor à santa foi concretizado no dia 31 de maio de 1962 com a fundação da Catedral N. S. do Carmo. A catedral foi projetada na Itália. Ao seu lado esquerdo encontra-se uma torre de 40 metros e fica localizada na Av. Amazonas, s/n.
A festa é celebrada no dia 16 de julho. Este título de Maria remonta ao século XIII, quando, sobre o monte Carmelo, na Palestina, alguns devotos, chamados “eremitas” porque viviam sozinhos, se dedicavam a uma vida de oração e contemplação de Deus. Em meio às celas, os eremitas levantaram uma capela em homenagem a Nossa Senhora do Carmo, ou do Carmelo. Mais tarde foram obrigados a emigrar para Europa. Enfrentando muitas dificuldades, conseguiram que a Ordem do Carmelo se espalhasse por todo o mundo e, com a ordem, difundiu-se também a devoção à Nossa Senhora do Carmo entre os fiéis.
Vista do interior da Catedral
Realmente, a ida a Parintins é um passeio inesquecível. Não só o clima é quente, a recepção dos parintinenses é muito calorosa e acolhedora. A ilha é inacreditável!!! Povo criativo, que ama e tem orgulho de sua terra.
Queo povo parintinense possa ser abençoado e protegido pela sua Santa Padroeira. Que o respeito entre os bois Garantido e Caprichoso seja eterno, para mostrar ao mundo todo que a rivalidade entre os contrários é a grande motivação dos artistas parintinenses para fazer o grande espetáculo.
Boi Garantido
Boi Caprichoso
Fonte: Revista AMAZONAS. Ano VII-nº 35-Junho/2011, AM.
Nesta última quarta-feira – dia 8/06, Manaus teve o prazer de receber o Professor de Educação Física Rodrigo Brívio para compartilhar sua experiência profissional com alunos autistas.
O professor Rodrigo iniciou seu trabalho com o autismo dando aula de Ginástica Artística em uma academia no Rio de Janeiro para crianças sem a síndrome. Nunca pensou em trabalhar com autistas até chegar o seu primeiro aluno, como o chama: “o anjo Vítor”. Com as aulas, Vítor apresentou melhoras em sua comunicação, disciplina, atenção e relacionamento social, o que fez com que outros alunos com o mesmo problema o procurassem.
A partir daí, Rodrigo Brívio resolveu divulgar o seu trabalho procurando trazer o autista para dentro da Academia:
•Apresentou o trabalho de GA para outros profissionais que trabalham com esse grupo (médicos, fonoaudiólogos, terapeutas...)
• Estudou vários métodos de aprendizagem como Son Rise e Floor Time
• Mostrou a importância do brincar no processo de desenvolvimento da criança com autismo.
O professor tem a preocupação em desenvolver as atividades motoras associadas a aspectos cognitivos, como formas geométricas, cores, letras, números, etc. O seu trabalho baseia-se em atividades psicomotoras com material de ginástica artística. Porém, na realidade, o maior diferencial no seu trabalho é a AFETIVIDADE. Deixou claro nos vídeos apresentados o contato físico e a cumplicidade entre ele e seus alunos. O que se pode observar é o AMOR no seu trabalho que se amplia na relação com seus alunos.
Em sua explanação, conceituou autismo como: um(a) alteração cerebral/ comportamento que afeta a capacidade da pessoa em se comunicar, de estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente que o rodeia.
É uma doença causada por um defeito genético na comunicação dos neurônios que afeta o comportamento do indivíduo, seu relacionamento e linguagem. De acordo com estudos, estima-se que a cada 100 crianças que nascem uma é autista. No Brasil esta doença atinge mais de 2 milhões de brasileiros.
Um vídeo apresentado na palestra afirmou que o autismo é uma doença “benigna”, não há regressão, e sendo estimulada, há sempre progresso.
De acordo com o depoimento de uma mãe de uma criança autista, o mais triste é buscar ajuda de profissionais qualificados para saber da doença e encontrar discriminação ao autista, dificultando o tratamento e desesperando os familiares.
Outros pais colocam a necessidade das pessoas compreenderem o que é o autismo, já que é uma doença em que SUPERAÇÃO é palavra constante no seu dia a dia.
Outro momento importante da palestra foi a fala do Sr. Edmando Luiz de Albuquerque, presidente da AMA/Manaus (Associação de Amigos dos Autistas) e fundador do Centro de Vivência Magnólia. Conhecedor das reais dificuldades e necessidades de uma pessoa autista e de sua família, deixa claro que o trabalho com o autista não é fácil e deve continuar em todas as fases da vida da pessoa, não apenas na infância, já que o autista cresce e se desenvolve passando por todas as fases da vida, devendo ser cuidado e estimulado a ser independente em ações do cotidiano. É um trabalho árduo e constante e afirma com propriedade que o trabalho não se restringe apenas ao portador da síndrome, mas sim a toda a família, além de colocar a inclusão como necessária, porém com restrições. Deve ser feita de forma pedagógica, antes o indivíduo deve estar incluído na sua própria família. pois aceitar o diagnóstico é a parte mais difícil. Assumir que tem um filho autista não é fácil!
Centro de Vivência Magnólia
MISSÃO:
Proporcionar atendimento integral, público e de qualidade, respeitando os autistas como cidadãos de direito e contribuir para a criação de uma sociedade inclusiva.
Fonte: Palestra realizada no dia 08 de junho de 2011, às 19h no Auditório da UEA (Universidade Estadual do Amazonas), Av. Carvalho Leal, nº 1777, Cachoeirinha.
Material impresso : AMA / AM - Bloco 09, lj 01, Conj. Ica Paraíba, Adrianópolis. Fone: (092) 3236-3494 Centro de Vivência Magnólia, Estada do Puraquequara, Ramal Bela Vista, s/ nº .
No dia 31 de maio, na EMEF Firme na Fé, aconteceu mais uma ação do PROJETO Escola: espaço de inclusão. Foi um dia diferente no espaço escolar. Pode-se conversar a respeito dos malefícios do cigarro e de como às vezes ser CARETA é muito bom, já que este termo é utilizado muitas vezes para instigar as crianças e os jovens a experimentar substâncias e ações prejudiciais a saúde, colocando em risco seus futuros.
As ações principais foram o Concurso de Cartazes e a criação do varal, para que todos os trabalhos fossem apresentados como uma grande exposição.
Prof. Kádia orientando a atividade no turno Matutino
Prof. Aurea com toda animação e Prof. Ana orientando o turno Vespertino.
Varal feito pelos alunos.
Mural dos cartazes escolhidos por turma.
PROJETO Escola espaço de inclusão
Regulamento Concurso de Cartazes
Capítulo I – Objetivo
Art. 1. A Escola Firme na Fé procura fortalecer a prevenção de uso de drogas lícitas e ilícitas através da confecção de cartazes relativos ao tema.
Capítulo II – Tema
Art. 2. Os cartazes devem abordar o tema Dia Nacional de Combate ao Fumo: minha saúde é tudo.
Capítulo III – Categorias
Art. 3. O concurso será composto de três categorias: a. Educ. Infantil; b. 1º 2º Anos; e c. 3º, 4º e 5º Anos.
Capítulo IV – Especificações
Art. 4. O trabalho deve ser feito em papel ofício branco.
Art. 5. Fica livre a técnica, prevalecendo a criatividade: tinta guache, lápis de cor, giz de cera, hidrocor ou todos os recursos juntos.
Capitulo V – Avaliação e critérios
Art. 6. Os cartazes serão feitos em sala de aula, o professor em conjunto com os alunos escolherão um trabalho para concorrer com os demais da escola, por turno.
Art. 7. O cartaz será avaliado por professores da escola. Os de Educação Infantil avaliarão os trabalhos de 1º e 2º Ano, estes por sua vez avaliarão os de 3º, 4º e 5º Ano que avaliarão os de Educ. Infantil.
Art. 8 Além dos professores, na Comissão de Avaliação contará com participação dos servidores da secretaria, da limpeza e da cozinha.
Art. 9. O aluno vencedor receberá uma medalha e o professor um certificado de agradecimento e participação no evento no dia do Seminário sobre drogas.
Art. 10. Os cartazes ficarão expostos em Painel na frente da Escola com suas respectivas numerações, os dados do aluno (professor, nome, turma e turno) devem ficar no verso do cartaz.
Art. 11. Será levado em consideração: originalidade, criatividade e relação com o tema.
Art. 12. No cartaz, não deverá conter frases.
Capítulo VI – Realização e entrega
Art.13. Período de realização 25 e 27 de maio.
Art. 14. Entrega para o pedagogo da escola dia 27 de maio de 2011.
Capítulo VII - Considerações Finais
Art. 15. A escola disponibilizará “varal” para que, de forma facultativa, os demais trabalhos sejam expostos.
Art. 16. Os próprios alunos ficarão responsáveis em providenciar pregadores de roupa para exporem seus trabalhos no “varal”
Art.17. Direção e pedagógico ficarão responsáveis pela infraestrutura.
Recentemente o IBGE lançou um mapa-mundi digital, com síntese, histórico, indicadores sociais, economia, redes, meio ambiente, entre outras curiosidades, vale a pena conferir!